New York

Tour de Visual Merchandising da WindowsWear

Publicado por Cris Basso em 03/05/2015 às 18h11

Comentei no Post anterior sobre o Tour de Visual Merchandising que fiz em New York pela WindowsWear. Esse tour vai contando a história de algumas marcas e a história por trás da montagem de cada vitrina que é visitada. A guia nos faz perceber detalhes que qualquer um parado na frente da vitrina poderia não prestar atenção, e isso aconteceu comigo quando passei antes por algumas dessas lojas.

É claro que quem percebe esses detalhes já tem um “olhar clínico” sobre esse assunto, e o tour é muito mais atraente para quem já trabalha com algo ligado a moda, a arquitetura, a cenografia, ao visual merchandising, vitrinismo e outras áreas afins.

O mais gostoso é ver a imaginação desses artistas, o que os levou a criação de certos temas, quais foram os materiais utilizados e qual a mensagem principal que quiseram transmitir. Diante disso, avaliamos o resultado após a verificação de cada loja: se surpreendeu, se foi de bom gosto, se foi criativo, se a mensagem foi transmitida claramente, e o principal, se o resultado com as vendas pode ser alcançado.

Quer experimentar? Faça uma avaliação das lojas a seguir, que seguem o mesmo roteiro do tour... uma avaliação crítica, com um olhar de especialista, seguindo os mesmos critérios que comentei acima, avaliando a mensagem, o tema proposto e tudo o que envolveu a sua apresentação.

Imagine um passeio pelas vitrinas a seguir...

Tour Windows Wear New York Tour Windows Wear New York
Tour Windows Wear New York Tour Windows Wear New York
Tour Windows Wear New York Tour Windows Wear New York
Tour Windows Wear New York Tour Windows Wear New York
Tour Windows Wear New York Tour Windows Wear New York
   
Categoria: New York, tour, vitrina
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Visual de loja na Uniqlo

Publicado em 08/12/2014 às 15h47

O Visual Merchandising pode ser aplicado de várias maneiras para produtos de moda, ou então, de várias maneiras para qualquer tipo de produto. Não conseguimos classificar se os exemplos que vemos é “certo” ou “errado”, mas conseguimos avaliar se “funciona” ou “não funciona”, ou se “vende” ou “não vende”, e esse é um dos maiores medos dos varejistas, a falta de vendas.

Uma loja que se prepara para expor seu produto de maneira atraente, não quer ser apenas admirada, ela quer é vender e atrair cada vez mais clientes! Algumas lojas se preocupam em criar exposições mais atraentes e mais diferentes que outras, mas esse é o perfil de cada loja.

O exemplo da Uniclo - http://www.uniqlo.com/us/ - uma marca japonesa com lojas em vários países, busca oferecer produtos básicos, do dia a dia, nada muito sofisticado, mas que possa ser usado por todos independente de sexo ou idade. Da mesma forma que são seus produtos – básicos – são também suas lojas.

Visual de loja na Uniqlo Visual de loja na Uniqlo

 

O exemplo que trago mostra uma loja básica, mas eficiente (não posso falar de todas as lojas, conheci poucas), com mobiliário simples, composto por “estações”, que é a mistura de partes com prateleiras e partes com araras.

O mobiliário é branco, liso, para dar mais destaque aos produtos que são coloridos. Arrumação é sempre por modelos, e depois por cores, que podem vir expostas por blocos ou em escalas de cores. Para cada grupo se identifica a numeração, ou seja, para cada exposição de cores há a variedade de tamanhos.

Visual de loja na Uniqlo: ilhas de produtos Visual de loja na Uniqlo: ilhas de produtos

 

Para que as exposições não fiquem monótonas, sempre com “estações” nas paredes, na parte central da loja são montadas as “ilhas”, que são os pontos estratégicos de vitrinas internas. As ilhas são sempre compostas por um grupo de manequins que expõe algumas roupas sempre escolhidas conforme a pilha de produtos que fica sempre  na frente e ao redor deles. Essas “pilhas” de produtos representam a variedade e quantidade de produtos que possuem para aquele determinado modelo.

Visual de loja na Uniqlo Visual de loja na Uniqlo

 

Nem sempre as ilhas são circulares, há os modelos quadrados e retangulares, mas sempre respeitando o mesmo critério de exposição – manequins e produtos dobrados na frente.

A iluminação está sempre direcionada para onde interessa – para o produto. São spots por toda a loja com focos de luz direcionados para as paredes e para as ilhas centrais. A iluminação indireta também acontece nas paredes, formando painéis, e deixando a loja mais aconhegante.

Visual de loja na Uniqlo Visual de loja na Uniqlo


A disposição dos produtos nas paredes segue sempre o mesmo padrão, mas para não ficar cansativo, manequins e um pouco de comunicação visual fazem o papel de comunicar ao cliente que além de quantidade, a loja conta com variedade de produtos. 

A proposta da loja em trabalhar com produtos expostos em grande quantidade faz com que tenhamos a impressão de algo mais barato, mas acessível, não tão exclusivo. Esse público da loja não se preocupa em encontrar na rua com pessoas vestindo um suéter, ou uma jaqueta, ou uma camisa igual a sua, ele se preocupa é em poder comprar esse suéter em várias cores, em poder ter a jaqueta com acabamentos diferentes e em ter a camisa também em várias cores.

E então, como incorporar estes conceitos em sua loja?

Categoria: loja, New York, varejo, vestuário, visual de loja
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LittleMissMatched

Publicado por Cris Basso em 08/11/2014 às 15h44

Essa loja eu queria pra mim!! Queria ser a proprietária, ou gerente, ou consultora...queria que tivesse aqui no Brasil! O que faz com que eu me encante tanto é a proposta divertida, despojada e atrevida que essa marca tem. É uma loja de meias mas que não vende os pares certos...isso mesmo, cada pé é de uma estampa ou uma cor diferente. Ainda assim ela consegue atender aos mais conservadores que preferem seus pares de meia bem certinhos, mas atende pouco dessa maneira mais tradicional.

O que eles querem é ousar, é dar liberdade de combinações, é fazer com que você possa usar um acessório de maneira diferente. Ah, se quiser você ainda pode comprar 3 meias e fazer as combinações com os pares (é claro né, 3 pés ninguém tem mesmo).

LittleMissMatched - vitrina LittleMissMatched - vitrina

 

As vitrinas possuem um mobiliário branco, liso, para dar mais destaque aos produtos que são muitos coloridos. Elas passam todas as ideias de uso desses produtos, seja por meio dos manequins, pés, cabeças e mãos, ou por meio das fotos, que ao mesmo tempo servem como a própria decoração dessas vitrinas.

As exposições apresentam linhas, ritmo e variedade (isso você tem que aprender no meu curso). Tudo sugere uma sequencia de uso e também de vendas complementares, pois acho bem difícil alguém entrar nessa loja e sair somente com um par de meia, lembrando que o par possui modelos diferentes para cada pé.

LittleMissMatched - mostrador LittleMissMatched - mostrador

 

O layout da loja é totalmente “LIVRE”, não existe corredores definidos e alinhados. A circulação é demarcada pelo mobiliário que segue um padrão de prateleiras junto às paredes e na parte central da loja a disposição das ilhas faz com que o cliente possa seguir o caminho que preferir – para o fundo, lateral, lado direito o esquerdo. Essa loja não poderia também contar com um layout muito rígido já que a proposta é de total liberdade para com os produtos, e assim pode ser também em relação a visita do cliente à loja...com total liberdade!

LittleMissMatched - ilha LittleMissMatched - ilha LittleMissMatched - ilha

 

Vejam as ilhas centrais, elas foram pensadas para cada tipo de produto que seria exposto. Não seguem um padrão de desenho e forma, mas mesmo assim são todas neutras e não interferem na exposição de produtos sempre coloridos e diferentes.

LittleMissMatched - ilha LittleMissMatched - display

 

Alguns modelos de ilhas até se repetem, como é o caso desses 2 modelos acima, mas isso quase nem é percebido já que se muda totalmente os produtos que são apresentados.

Além das meias, existe uma pequena coleção de roupas que colaboram um pouco mais com o ticket-médio da loja. Essa loja trabalha com um conceito diferente do que vemos por aí, como exemplo, quando a loja é de confecção ou de calçados e que coloca a venda de acessórios como complementos, como as meias,  luvas e bolsas. Aqui é diferente, a loja é de meias e acessórios e trabalha com outros produtos como complemento, no caso a linha de confecção.

LittleMissMatched - display LittleMissMatched - cesto

 

Alguém consegue ver se existe algum par de chinelos com modelos iguais para cada pé? Isso é muito divertido! E ver se no “cesto promocional” existe algum par de meia igual?

Mesmo com toda a criatividade para com os seus produtos, a loja não os expõe de maneira bagunçada, desorganizada, pelo contrário, para cada ilha ou painel com prateleiras ou araras, os produtos encontram-se muito bem dispostos, seja por meio de linhas (horizontal ou vertical), blocos de cores ou até por formas.

LittleMissMatched - gôndola

Esse é um exemplo de expositor que sugere vendas complementares. Vejam as roupas dispostas ao lado dos seus complementos: meias, babadores, casaquinhos e até bichinhos de pelúcia seguindo o mesmo conceito de tema (acabamento e cores). Os temas podem ser mudados para esse mesmo tipo de expositor, além desse expositor também poder ser mudado de lugar...vejam as rodinhas.

Quem quiser conhecer mais sobre a LittleMissMatched pode acessar o site, clicando aqui!

Categoria: loja, melhores vitrinas, New York, varejo, visual de loja, vitrina
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